quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ainda chove.

















Passos que caminham para seu próprio funeral.
Gritos,risos estridentes e lágrimas sofridas se misturam,
Nesse mar de rostos que me afogo.
Aumento o volume dos passos
e racham o meu chão,
me afogo em mim.
Chove,chove.
Roupas de luto,
Erros meus,são todos meus pedaços.
Chove sons de melodia
Que um dia cantei,
Que um dia fui.
Chove chove,e me molho
Porque engatinho?
Tento controlar o tempo,mas ele me domina primeiro.
Lamentavelmente...







Um comentário:

  1. Olá Denise, tudo bem ?

    Muito bonito esse poema, eu adorei.
    Parabéns.

    Beijos,
    Caio.

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